A Reforma Protestante e a droga do Vaticano


Quando perdi a fé no transcendental,
Fiquei perdido como um bicho adestrado
Procurando repostas no fundo do quintal
De uma mente presa no bem e no mal,
Programada para o ser racional,
Porque o irracional não tem espirito
Para viver sobre efeito de droga.

Uma droga que pior que o crack ou cocaína,
Que ilude adultos, meninos e meninas,
Que tomam um banho para usar a droga do espiritual.
Droga essa que faz o homem viver
Procurando ajuda de um deus
Na mitologia grego/romana,
Que antes era pagã, depois virou cristocêntrica.

Que fez um livro de capa preta se tornar medicamento,
Empurrado de goela a dentro em contra-gotas,
Pelo Vaticano e reforma protestante.
Depois veio os devotos de Maomé,
Mudaram a bula do opio, que tem o mesmo efeito
Da droga do Vaticano, a continuidade do Império Romano
Que até agora não caiu.

Vivemos presos no  passado bem presente,
O começo de um fim que ainda não chegou.
Uma eternidade mental,
Semelhante a mula sem cabeça,
O papai noel sem seus saco de presentes,
Para enganar adultos e crianças em nome do deus-homem,
Ou melhor, o vigário de Deus,
O papa com sua droga do Vaticano.

O vinho de sangue da besta,
Derramado sobre nas nações
Embriagando uma multidão em nome de Deus.




Por Martins da Cachoeira







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