Sindrome do pânico e saúde mental



É triste quando olhamos para o céu,  em nossa visão aparece um pássaro voando, mas a nossa mente acusa que é um feroz tubarão nos perseguindo. Isso não é afadeza bem cena de filme, ocorre com muita gente em todo mundo, pois assim como um paraplégico de nascença, a pessoa que tem doença mental também precisa de atendimento especial.

Mas o que se ver é os centros, Caps,  Clínicas e hospitais público que atendem pessoas com transtornos mentais, que mais parece com um castelo do vampiro do filme do Conde Drácula. Um local que deveria chamar a atenção,  distrair trair os paciente, faz medo até em pessoas normais. Salas e corredores escuros, um ambiente que perde para os presídios, demonstrando que o doente mental é tratado pior que os criminosos nos presídio.

Penso que os centros públicos de atendimento a pessoas com problemas mentais deveriam ser atrativo, recreativo como escolas privadas para crianças, com paredes pintadas com cores chamativas, não como um castelo do Drácula.

Uma pessoa que tem depressão, esquizofrenia quando procura um Caps em busca s atendimento, saí de lá pior que entrou, devido o assombroso local. Sem falar nos locais onde são instalados os Caps, ficam em bairros e pontos longínquo,  onde poderia ser em plento centro, mas a maioria dos Caps ficam em zona de perigo, tomo como exemplo o  Caps 2, que entende os moradores da Zona Leste e Norte, ele fica perto do estádio Amigão, por trás do Campreste, no bairro Catole. Onde pessoas demoram mas de 1 hora pra cegar lá.

Logo, parentes de um cidadão com problemas mentais, se for em busca de atendimento, tem que pegar dois ônibus, se não tem dinheiro para o transporte publico, tem que sair a pé, vamos dizer; quem mora no Jardim Europa na saída pra Massaranduba-PB, se desloca  até as proximidades do Amigão. Isso sim, é falta de respeito com quen já vive um pesadelo psicanálise lofmgico em sua vida!

Diante disdo, vejo que à PMCG deveria criar centros de saúde mental em pleno centro da cidade, facilitando a busca por atendimento. Temos o antigo prédio, onde era o Fórum Afonso Campos, na AV. Floriano Peixoto, e outro onde funcionava a delegacia do Trabalho na Rua Lourenço Poto, por trás da Catedral, vitando até o suicídio sobre os que sofrem de repressão, e tem dificuldades em procurar um psiquiatra.

É preciso que os governos centralizem e democratize o  atendimento de saúde mental.

Milhões de pessoas vivem sofrendo com depressão, síndrome do pânico, paranóia, bipolaridade, esquizofrenia, TOC, extrema loucura e o que temos é um SUS quase  que inoperante.

Os governos têm que tratar a política de saúde mental como programa de saúde, não como mais um produto de humilhação do cidadão brasileiro.




Blog do Gari Martins da Cachoeira




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