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Tocando na ferida: Mortes no Parque do Povo, de quem é a culpa?


O termo "tocando na ferida" faz parte de jargão popular que significa, falar de coisas proibidas ou de assuntos que muitos não se despõem em falar, por causa de tabu, ou por medo de governos.

Mas vou "tocar na ferida" sobre a morte de um jovem assassinado dentro do Parque o Povo, na madrugada de hoje (19), pois vi o 'medo' da imprensa em polemizar o assunto, ou melhor, 'tocar na ferida', já que um moço foi morto e não tinha no local se quer um agente de segurança pública, logo a ferida seria encontrar os culpados.

Vamos lá, de acordo com com o portal G1-PB, o vendedor Davson Oliveira Barbosa, de 30 anos, foi assassinado com uma facada no pescoço dentro do Parque do Povo no domingo (18), durante o show do Cantor Wesley Safadão, em Campina Grande. A morte da vítima foi confirmada pela Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a vítima estava saindo dos banheiros químicos que ficam atrás da pirâmide do Parque do Povo, junto com um amigo quando foi abordado por quatro suspeitos que anunciaram um assalto.

A vítima e o amigo dele informaram que não tinham nenhum objeto de valor para ser levado e caminharam em direção ao local onde estavam acompanhando a festa. Neste momento, um dos suspeitos disse algumas palavras e quando o homem virou em direção a ele foi surpreendido com um golpe de faca no pescoço.

O amigo da vítima pediu socorro imediatamente e uma equipe do Corpo de Bombeiros chegou a realizar os primeiros atendimentos, mas o rapaz não resistiu aos ferimentos e morreu antes mesmo de chegar ao posto de saúde instalado no Parque do Povo.

Outros casos:

Homem é morto a facadas no Parque do Povo, em CGParece que agentes responsáveis pela Segurança Pública da Paraíba e os que fazem o Maior São João do Mundo não aprendem com erros de cada ano, pois é, após dois anos sem morte, um homem de 33 anos foi assassinado na madrugada de sexta-feira, no dia 13 de 06, de 2014, dentro do Parque do Povo. O caso aconteceu após os shows. Trava-se de José Ribamar da Costa, que morava no Bairro Bela Vista, que foi assassinado em frente ao palco principal do Parque do Povo, com dois golpes de faca (um no pescoço e outro no abdome).

Este foi o primeiro homicídio registrado nessa data dentro do Parque do Povo, em um período de dois anos que deveria servir como exemplo para que a segurança fosse reforçada.

Em 2016 as coisas não fora diferente, mais um assassinato tomou conta da mídia estadual, quando um homem foi morto, novamente com golpes de faca no interior do Parque do Povo, na madrugada de sábado, dia 18 de 06, de 2016. quando o Sr, Max Engels de Almeida, de 33 anos, que era morador da própria cidade, foi morto com diversos golpes de faca nas costas. O acusado, identificado como Lucas Mateus Quirino dos Santos, 19 anos, foi preso em flagrante pelo crime, um ato positivo por parte da segurança, que mesmo não evitando a morte, prendeu o culpado, porque á polícia chegou a perseguir o acusado, após o mesmo tentar correr da guarnição que se aproximou e percebeu uma movimentação estranha. Ele foi encaminhado para uma delegacia da cidade.

Nota da incompetência: Quem são os culpados por morte no Parque do Povo?

Voltando ao primeiro ocorrido; após a morte do rapaz tomar conta da imprensa estadual, o governo do estado da Paraíba, por meio de agentes responsáveis pela Policia Militar e o próprio Secretário de Segurança Pública lamentou a morte do jovem. A mesma coisa fez a Empresa organizadora do São João de CG, que também lamentou a morte dentro do Parque do Povo, porém ninguém assumiu a culpa.

O governo do estado (Comando da PM-PB) e a empresa contratada pra fazer a segurança no Parque do Povo tem que assumir a culpa da morte do rapaz na madrugada de hoje, não ficar jogando a culpa um no outro. Como pode uma pessoa ser assassinada perto de uma bateria de sanitários e não tinha um PM, um segurança sequer para evitar ações de bandidos?

Mas não, quando ocorre um ato positivo no tocante a segurança pública secretário e comando da PM querem os louvores, mas quando um jovem é assassinado e não tinha um agente de segurança pública por perto, fica o secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Cláudio Lima, lastimando o homicídio, culpado a empresa de segurança privada, acreditando em falha no acesso, afirmando que o ‘trabalho da PM é exemplar’. “Deve ter havido alguma falha no acesso porque o sujeito entrar com uma arma branca é lamentável. Perdeu-se uma vida. O trabalho da Polícia Militar em Campina Grande é um trabalho exemplar”, disse ele, como se segurança pública ostensiva e preventiva fosse dever de uma empresa privada.

Cláudio Lima ainda ressaltou que a responsabilidade pela segurança durante as festividades na Rainha da Borborema é compartilhada e que cada órgão atua em uma parte designada. Ele lembrou que a cidade tem recebido um grande reforço no contingente da Polícia Militar vindo de João Pessoa, mas não tinha um PM perto da bateria de sanitários para fazer a segurança das pessoas que vão ali fazer suas necessidade básicas.

O comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Euller, informou que são cerca de 300 a 500 homens empregados por noite na cidade. “Nós aplicamos os efetivos que foram planejados, mas nenhuma polícia ou segurança no mundo é onisciente, onipresente”, porém, até uma criança de 5 anos que frequenta o Parque do Povo sabe que as baterias de sanitário são pontos estrategicos onde ocorre diversos assaltos e outros tipos de crime, mas parece que o comandante e o governo do estado não sabe disso.

Já para o comandante do Comando de Policiamento Regional 1 (CPR1), coronel Almeida Martins, o homicídio que ocorreu na noite deste domingo (18), não foi por falta de segurança por parte da Polícia Militar. Assim como o secretário Cláudio Lima, ele ressaltou que a Segurança Pública não é responsável pelas revistas na entrada do Parque do Povo e que uma empresa foi terceirizada para o serviço.

Ele admitiu a grande multidão presente na festa e o pouco efetivo com relação a ela, como se fosse dever do povão aumentar esse efetivo de segurança. “Não revela em nada falha, apesar de termos limitações, mas por parte da Segurança Pública, eu não vejo como falha. Muito pelo contrário pensamos na possibilidade do efetivo ter sido menor ou não existir os efetivos tando da Polícia Civil ou Polícia Militar na proporção que a gente imagina normal. O que se sabe é que o evento se superou. Não é fácil a logística de ter que relocar efetivo de João Pessoa e outras regiões e colocar no Parque do Povo, não é fácil comprar a folga do policial e colocá-lo lá, não é fácil controlar uma multidão dessas. Fico triste pelo modo que esse jovem foi assassinado”, pontuou tudo isso como se o cidadão de Campina Grande, como de toda Paraíba não contribuíssem para ter um maior numero de efetivos nas policiais Civil e Militar, ficando como vitimas de criminosos.

A autoridade acrescentou que a revista dos visitantes na entrada do Parque não é feita pelos policiais, mas por uma empresa terceirizada, mas até o jacaré do Açude Velho sabe que criminosos encontram meios de entrar ali com armas, já que o local é aberto, não é um nave espacial com unica entrada. Se tivesse uma sub-revista por parte da PM, vamos dizer, na saída da Central de Integração, já seria um trabalho positivo em evitar entrada de armas no Parque do Povo

“Nenhum integrante da Polícia Militar é responsável de fazer a revista na entrada das pessoas. Existe uma empresa, esse trabalho foi terceirizado, para fazer a revista nos oito pontos de entrada do Parque do Povo. A Polícia Militar, quando observa que há algum indício de que alguém está armado dentro do Parque do Povo ela faz a revista no interior da festa, ou até mesmo nas ruas adjacentes. Mas, a responsabilidade direta é de um grupo de segurança privado”, explicou o comandante tentando tirá o "cavalo da chuva" sabendo que armas, drogas e celular entram até nos presídios e centros sócio/educativo de menores infratores, imagina no Parque do Povo!.

Lamentos hipócritas

Depois dos lamentos de representantes do governo estadual, que tentaram encontrar um bode expiatório, chegou a vez da empresa que ficou responsável pela organização do Maior São João de Campina Grande neste ano, a Aliança Comunicação e Cultura, juntamente com a Prefeitura Municipal, emitiram nota lamentando o homicídio que ocorreu dentro do Parque do Povo nesta madrugada (19).

A Aliança informou que as imagens do crime foram repassadas a polícia  e os culpados já foram identificados, apesar da polícia ainda ter conseguido localizar os suspeitos. A empresa se compromete a dar todo o apoio às polícias para intensificar a segurança no local.

Veja a nota
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A Aliança Comunicação e Cultura e a Prefeitura Municipal de Campina Grande lamentam profundamente a ocorrência registrada no Parque do Povo, na madrugada desta segunda-feira (19) e se solidarizam com a família da vítima.

No entanto, graças ao sistema de monitoramento com cerca de 100 câmeras já foi possível identificar os suspeitos. As imagens já estão de posse das autoridades que continuarão a fazer as diligências.

Vale ressaltar que durante os festejos juninos, até 2 de julho, continuaremos dando todo suporte às polícias Militar e Civil com monitoramento eletrônico por câmeras, revistas individuais em todas as entradas do Parque do Povo, feitas com detectores de metais, mais o apoio de 150 homens espalhados pela área. Não pouparemos esforços para que este São João continue sendo um dos mais tranquilos dos últimos anos, segundo as próprias autoridades.
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Uma notinha bonita e lamentos que chega dá dor, mas ninguém toca no assunto sobre aumentar o efetivo da PM, já que a insegurança reina por toda PB, e não se falar sobre o porque não tem presença efetiva, constante, permanente de policiais perto dos banheiros masculino e feminino, a população honesta reclama o tempo todo de constantes assaltos nestes ambientes e ninguém faz nada pra intervir. Ficam como "moleques" que cometem erros no lar e querem colocar a culpa nos irmãos ou coleguinhas achando que engana a mãezinha.

O mais engraçado (desgraçado) é que não se viu no momento o danado do helicóptero da PM fazendo pirotecnia midiática nos céus do Parque do Povo, com forte farol aceso, como foi feito na noite de abertura do evento. Outra coisa, pra que molesta serve essa empresa de segurança privada no Parque do Povo se entra elementos com facas no local!?

A mãe do jovem morto tem que entrar com ação na justiça contra o governo do estado e empresa que deveriam ter ampliado o numero de componentes humano, para fazer a segurança no local, já que o cantor que fez sua apresentação ontem é de renome, e todos sabiam que o numero de pessoas seriam muito maior, exigindo assim, maior segurança, ou melhor, bastava colocar policiais perto das bases sanitárias, pois até o jacaré do Açude Velho sabe que é perto dos banheiros onde ocorre constantes assaltos, e o policiamento ostensivo é dever da PM, não de uma empresa privada ou milicia aramada. Se tivesse seguranças efetiva, evitando a morte de um jovem que foi vitima dentro de um espaço público.

Não espero, e nunca vai acontecer que a possibilidades da policia ter como vigiar tudo 24 horas por dia, que devemos andar com um policial no bolso, não estou culpando o "guerreiro policial" e os agentes da empresa que faz a segurança "privada no PP, a culpa é dos maiorais, em especial da segurança ostensiva e da falta de uma Guarda Municipal atuante, que poderia ser usada no PP, com no grande centro.

Segurança, dever do Estado: Quem é responsável pela segurança Pública?

Vou fazer uma pincelada  falando sobre quem é responsável pela segurança Pública. De acordo com o artigo 144 da Constituição Federal, a segurança pública é dever do 'Estado brasileiro', direito e responsabilidade de todos. Ou seja, é uma responsabilidade compartilhada entre os governos federal, estadual e municipal. Ela é exercida para a proteção das pessoas e do patrimônio, bem como a preservação da ordem pública. Tais ações se dão através das diversas polícias, como a rodoviária federal, a polícia civil, a polícia militar e também o corpo de bombeiros.

Sendo a segurança pública uma responsabilidade de todos, cada esfera do governo tem o compromisso de realizar investimentos para melhorar esta área. Diante disso, destacarei o que cada uma dessas esferas pode fazer:

Governo Federal

O governo federal é responsável por executar o policiamento das fronteiras e combater o tráfico internacional e interestadual de drogas. É também a União quem realiza o patrulhamento das rodovias federais.

Governos Estaduais

Os governos estaduais e do Distrito Federal são responsáveis pelo policiamento ostensivo, aquele que produz na população uma percepção de segurança. Cabe aos estados a manutenção e organização das polícias Militar e Civil, assim como dos outros órgãos que investigam os crimes comuns.

Governos Municipais

Por sua vez, o governo municipal pode desenvolver ações de prevenção à violência, por meio da instalação dos equipamentos públicos, como iluminação e câmeras. Além disso, também pode criar guardas municipais para a proteção de bens, serviços e instalações. Uma boa manutenção da cidade contribui para a inibição da criminalidade. Quando a administração municipal investe em iluminação e em uma boa pavimentação das ruas, por exemplo, tem-se uma diminuição na ocorrência de assaltos.

É preciso lembrar que a segurança pública faz parte da organização administrativa. Por isso, a gestão em cada esfera política é responsabilidade dos chefes do executivo, ou seja, do Presidente, dos governadores e dos prefeitos.

Mas como o município pode investir em segurança?

Antes de implementar ações para a segurança do Parque do Povo, o governo municipal deve compreender como funciona a dinâmica da criminalidade em seu município no evento. Assim o município deve realizar um diagnóstico da situação em que se encontra a segurança pública, na cidade como em todo estado. Afinal, para resolver um problema é preciso primeiro conhecê-lo. Logo que o diagnóstico for realizado e a gestão municipal tiver um bom conhecimento dos problemas de segurança da cidade, cabe a estes gestores a elaboração de um Plano Municipal de Segurança Pública, cujas ações podem ser executadas por uma Secretaria Municipal de Segurança Pública, que faz falta em nossa cidade. Com a criação dessas instâncias, o município pode planejar, implementar, monitorar e avaliar projetos que tenham o objetivo de prevenir o crime e reduzir o sentimento de insegurança dos seus cidadãos não só na época do Maior São do Mundo, mas o tempo todo.

Além disso, o município já criou uma Guarda Municipal, que quando foi criada tinha como principal função proteger o patrimônio público da cidade. Mas desde a aprovação da lei nº 13.022/2014 às atribuições da Guarda Municipal passaram a ir muito além do que simplesmente proteger o patrimônio público, entretanto, essa tal Guarda Municipal quase que não existe, preferindo assim contratar uma empresa de segurança privada, mas quero dizer que, desde 2016 que uma proposta que proíbe a contratação de serviços de segurança privada por municípios que disponham de guarda municipal foi aprovada na Comissão de Segurança Pública da Câmara (projeto de lei 4467/2016). A proposta do deputado Alberto Fraga, do DEM do Distrito Federal, pretende trazer mais economia para os cofres públicos e garantir a valorização dos guardas municipais.

"É uma forma de a gente prevenir para que as prefeituras de vários estados brasileiros, vários municípios do Brasil, não cometam esse desatino de gastar dinheiro desnecessariamente. Se vai contratar, então contrate mais agentes, mais guardas municipais para efetuar aquele serviço. Não se justifica você ter uma guarda municipal e, além disso, ainda fazer uma contratação para exercer segurança privada."

Relator do projeto, deputado Cabo Sabino, do PR do Ceará, acrescentou duas emendas à proposta. A primeira cria uma exceção à regra. Fica autorizada às prefeituras a contratação de segurança privada em casos excepcionais e emergenciais, quando o efetivo das guardas municipais não for suficiente para a segurança do evento a ser realizado.

"O Projeto engessava, por exemplo, em um grande evento, em uma festa de padroeira, que é muito comum em todos os municípios brasileiros, um evento esportivo. Se o município não fosse detentor de um efetivo de guardas municipais suficiente, ele também não poderia contratar uma segurança privada. Então nesse caso, o projeto era danoso à própria população. Dessa forma nós colocamos uma emenda, que nos eventos esportivos, culturais, religiosos, que necessitem de um número de segurança maior do que o efetivo existente da guarda municipal, fica permitida aos prefeitos a contratação de empresas de segurança privada para ajudar no controle e na segurança da população."Como o caso do São de Campina e Caruaru que sã contratadas segurança privada, que não podem substituir a policia.

Outra emenda proposta por Sabino deixa claro que o descumprimento da norma configura ato de improbidade administrativa. Pelo texto a medida economizaria considerável volume de investimentos, que poderiam ser utilizados em atividades essenciais do município, como educação, saúde, saneamento básico e transporte.

O projeto ainda estava previsto pra ser analisado pelas Comissões de Trabalho e de Constituição e Justiça da Câmara, mas até a presente data, não se tem noticia..

Entretanto posso ver que, é incrível como uma situação como essa, extremamente lógica, precisa de um projetilzinho e de todo esse debate. Se a Lei 13.022 diz que pra ser Guarda Municipal é preciso ser aprovado previamente em concurso público e vigiar, guardar e preservar o patrimônio público é atribuição do GM, eu já entendo que os municípios não podem contratar segurança terceirizada. Cargo público não tem que ser preenchido através de concurso? Mas aqui é Brasil, tudo anda pra trás, só para prejudicar o povo, eles interpretam a lei de um jeito, mas pra favorecer o povo, interpretam de outro.

Se existisse de verdade, a presença da Guarda Municipal em pontos estratégicos do Maior São João do Mundo, poderia evitar a ocorrência de crimes, contribuindo para que os frequentadores se sintam mais seguros. Se a Guarda Municipal de Campina funcionasse nesse evento, seria uma forma de auxiliar e reforçar ações da Policia Militar, porém, até agora isso é apenas um sonho.

Segurança no Parque: 

Houve um tempo em que não se tinha empresa privada fazendo a segurança no Parque do Povo, tinha conflitos (normal), mas tinha ações positivas das Policias Civil e Militar, que na época, não tinha uma empresa privada pra comandantes e Secretário de Segurança Pública culpar, quando ocorria assassinato e outros tipos de crimes, o governo reconhecia o erro e procurava melhor, não ficava culpando outros.

Faca, punhal e caco de vidro. 34 atendimentos no Hospital de Trauma, procedentes do Parque do Povo. Uma vergonha pra o governo do estado, secretário de Segurança Pública, comando da PM e pra prefeitura que não cria uma secretaria municipal de Segurança Pública nem estrutura a Guarda Municipal!

Em forma de irônica, como cidadão que sou, afirmo: Se o governador do estado e os senhores que fazem o Comando da PM não sabem promover segurança de qualidade em um grande evento como o Maior São João do Mundo, me contrate que sei fazer!

Só falta dizer que a culpa é da faca...




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