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Pastor acusado de “crimes contra a humanidade” desafia preconceito de juiz



Scott Lively
Um tribunal federal dos EUA cessou seu processo contra o Pastor Scott Lively, reconhecendo que não existe base na lei americana para condenar o pastor por “crimes contra a humanidade” por falar contra o comportamento homossexual.

Mesmo assim, o juiz federal Michael A. Ponsor, conhecido por seu apoio à agenda LGBT, deixou o caso contra o Lively se arrastar desnecessariamente desde 2013, custando ao pastor inúmeras horas de batalhas judiciais.

Mesmo sem base para condenar, o juiz Ponsor sustentou a alegação de que o pastor violou as leis internacionais de “crimes contra a humanidade.”

Para extinguir essa linguagem preconceituosa e hostil do juiz, Lively, com o apoio do escritório de advocacia evangélica Liberty Counsel, decidiu pela continuação do processo que o juiz encerrou.

O processo foi iniciado originalmente por uma entidade homossexual ugandense chamada Sexual Minorities Uganda (SMUG), que foi usada como fachada por organizações esquerdistas internacionais para destruir o ministério de Scott Lively.

O processo, de forma enganosa, acusava o pastor de querer pena de morte para os homossexuais, usando como base um discurso que Lively havia feito no Parlamento de Uganda, mas tudo o que o juiz Ponsor conseguiu provar é que Scott defende terapia para libertar homossexuais.

O processo só ganhou força nos EUA porque a entidade homossexual ugandense foi representada pelo Centro de Direitos Constitucionais, entidade esquerdista americana que recebe financiamento de George Soros. Havia um batalhão de advogados esquerdistas lutando contra o pastor.

Se Scott não prosseguisse o processo, iria pairar no ar a acusação de “crimes contra a humanidade,” que o juiz Ponsor confirmou, e cedo ou tarde isso poderia acarretar em problemas legais para o pastor e até virar precedente contra outros pastores.

Com a decisão de Scott prosseguir o caso, o escritório de advocacia Liberty Counsel espera desafiar e derrotar a linguagem preconceituosa de “crimes contra a humanidade” e outros termos usados pelo juiz que estão em conflito com a realidade.


Com informações da revista Charisma.



Fonte: Blog do Julio Severo

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