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Laudo da PF não é verdade absoluta, diz defesa de Temer


Um dos advogados do presidente Michel Temer, Antônio Claudio Mariz de Oliveira afirmou que o laudo da Polícia Federal sobre as gravações feitas pelo empresário Joesley Batista não é uma "verdade fechada e absoluta".

A PF concluiu que não houve edição no áudio que faz parte do inquérito que tem o peemedebista como alvo e que as interrupções existentes são naturais do aparelho utilizado pelo dono da JBS, não tendo havido manipulação.

"Não tive acesso ainda ao laudo. Ainda vou analisar. Mas de qualquer forma, o que posso dizer é que esse laudo [da PF] não é uma verdade fechada e absoluta. Se a PF concluiu isso, há outros laudos que concluíram outras coisas", disse Mariz à Folha. "Vai ser uma discussão", acrescentou.

A defesa de Temer já havia questionado as gravações na investigação, levantando a suspeita de elas terem sofrido cortes e edições propositais.

Os advogados do presidente contrataram o perito Ricardo Molina, de Campinas, que colocou em dúvida o uso do áudio como prova no processo.

Ele disse à época que o gravador usado é "vagabundo" e "não é possível" garantir que a gravação seja "autêntica", portanto, argumentou Molina, o áudio não pode ser utilizado como prova judicial.



Folha de São Paulo



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