'A ira do profeta não vou dizer o que é. Vou fazer um gesto', diz Napoleão defendendo indiretamente morte de delatores?

Ministro criticou delações que citaram seu nome e afirmou que é inocente

Foto: (Reprodução/TV Justiça)
No julgamento de hoje no TSE que perdoou Dilma e Temer, o Ministro Napoleão Nunes, criticou delações que citaram seu nome e diz que é inocente e que os infiéis deveriam ser cortado o pescoço.

Ele defendeu indiretamente a morte de delatores, sobre a comparação de ações de terroristas, que sempre são divulgadas por vídeos, onde eles cortam a cabeça dos infiéis ao Islã e ao profeta Maomé, que é um ato de matar os infiéis cortando a cabeça dos mesmos, chamando de ira do profeta.

"Eu recebi da diaconia minha igreja em Fortaleza uma pergunta sobre isso, esse negócio da OAS. Respondi ao pastor, simplesmente assim: 'Com a medida com que me medem serão medidos, e sobre ele desabe a ira do profeta'. É uma anátema islâmica. Não vou dizer o que é. Vou fazer um gesto do que é a ira do profeta [faz um gesto com a mão simulando um corte no pescoço com uma navalha]. É o que eu desejo, que sobre eles desabe a ira do profeta. Sou inocente de tudo isso, estou sendo injustamente, perniciosamente, sorrateiramente, desavergonhadamente prejudicado."

Veja o vídeo com a polemica fala do Ministro desejando a morte de delatores, clique aqui...






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