Vigilantes deixam de exercer a profissão por causa de insegurança


Foto: Paraibaonline
O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Campina Grande, Edmir Bernardo, falou sobre as dificuldades enfrentadas pela categoria referente ao desemprego.

– Tem companheiro nosso que perde o emprego e fica em torno de seis meses para voltar para o mercado de trabalho. O que está acontecendo é que as empresas privadas estão trocando muito vigilante por porteiro. O porteiro é mais barato porque não tem o risco de vida e o salário é diferenciado. A vigilância eletrônica está tomando a questão dos serviços de vigilância armada– falou.

Além disso, ele destacou que os profissionais desistem de trabalhar em carros-fortes por causa de ataques dos bandidos.

– O pessoal não quer mais voltar para trabalhar no carro-forte, tem muitos companheiros que estão pedindo para sair porque é um serviço perigoso e trabalha diretamente com o dinheiro. –  disse.

 As informações foram veiculadas na Rádio Campina FM.





Fonte: Paraibaonline




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