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Jornalista revela que JBS, foi cabo eleitoral do Ministro Fachin


O blogueiro e jornalista Ricardo Noblat, escreveu em seu blog a matéria sobre o titulo "JBS, cabo eleitoral de Fachin", onde reproduziu a informação repassada pelo jornalista Jorge Bastos Moreno em O GLOBO, que segundo o mesmo, o jurista Edson Fachin admitiu que pediu ajuda “ao pessoal da JBS” em 2015 para ser nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

A JBS era a empresa com o maior número de parlamentares eleitos. A indicação de Fachin para o STF dependia dos votos de senadores. Ricardo Saud, diretor da JBS, de fato ajudou Fachin a cabalar votos.

Hoje, Saud é um dos delatores da HBS, e Fachin, o relator da Lava Jato no STF. Seguramente, o ministro nada teve a ver com a sorte grande da JBS na negociação dos termos de sua delação premiada.

Nas redes sociais e emissoras de rádio da PM, muitos acharam estranho essa revelação, diante da ação em deixar sem punição, ilesos, os irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, que deixaram o País de cabeça pra baixo, após vazamento dos áudios das delações deles, e ainda, a imprensa nacional reza que eles tiraram proveitos da crise que seria gerada no Brasil, onde os empresários violaram as regras da delação premiada ao supostamente usarem informações privilegiadas para comprar antecipadamente dólares às vésperas da divulgação dos depoimentos, sabendo que a bolsa cairia e o Dolar iria subir, como de fato ocorreu após vazamento das deleções dos mesmo, que já se encontravam em apartamentos de luxo nos EUA.

O deputado federal André Amaral (PMDB-PB) entrou com uma representação criminal contra os donos do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista, nesta terça-feira (23/5).

De acordo com o parlamentar, os empresários violaram as regras da delação premiada ao supostamente usarem informações privilegiadas para comprar dólares às vésperas da divulgação dos depoimentos.

A denúncia do deputado foi apresentada ao Ministério Público Federal (MPF) e pede abertura imediata de um inquérito para investigar o caso.

“Quem comete ato doloso após ser beneficiário de uma delação acaba tendo a colaboração suspensa. É isso que precisa acontecer com os irmãos Batista. Eles têm que ser julgados”, afirma o parlamentar.




Blog do Gari Martins da Cachoeira






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