Governabilidade: A Compra de apoio de partidos e parlamentares é a maior fonte de corrupção no Brasil

Se querem mesmo moralizar o Brasil, por que a Operação Lava Jato e Sérgio Moro não intervem nisso?



Você sabia que, se os senadores e deputados federais da base do governo Temer não votarem a favor da Reforma da Providencia vão perder os cargos e as mamatas no governo e isso não passa nas TV's, porque é compra de voto oficial dos parlamentares, e o STF não faz nada? 

A prova disso é que, o deputado Veneziano votou contra as reformas de maldade de Temer, por se sentir "rejeitado" pelo PMDB a Paraíba, em que há rumores que ele deixará o partido, e por ser contra o governo do seu partido foi ameaçado por Temer de perder os cargos de confiança por ele indicado no governo Federal.

A informação foi veiculada na coluna "Painel", do jornal A Folha de São Paulo, de que o presidente Michel Temer (PMDB) estaria com uma lista de parlamentares aliados que votaram contra a Reforma Trabalhista e por isso iria ‘tomar’ de volta os cargos na gestão, e que essa ameça não está preocupando o deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB).

O paraibano está entre os aliados que disseram não a proposta de Temer. “Nem a indicação da Funasa, desde a saída de Ana Cláudia, foi resolvida. Mas, a minha questão é conceitual. Poderia ter cem cargos, mas não deixaria de votar contra” enfatizou Veneziano que só votou contra porque vai deixar o PMDB, e provavelmente passará a fazer parte do PTN. 

Essa gente do Executivo compra os votos e apoio de partidos e parlamentares em Brasilia em nome da governabilidade, e ainda querem fazer reforma politica e dizem ser contra  corrupção, onde são distribuído cargos no governo a troco de apoio, com voto nas reformas e projetos do governo. 

Se querem mesmo moralizar o Brasil, por que a Operação Lava Jato e Sérgio Moro não intervem nisso? E isso que gera a corrupção no Brasil, troca de apoio parlamentar e partidos por cargos no governo em nome da governabilidade. 

O maior partido brasileiro chamado Rede Globo não fala nisso porquê?

Não adiante Reforma Politica, Operação Lava Jato se o governo Federal, ou melhor, o Sistema Jus/Politico permite e favorece a corrupção que tem origem na posse de cada governo (Seja quem ou de qual partido for), que faz a famosa distribuição de Ministérios e outros cargos público, entre partidos e parlamentares em troca de apoio, com voto em reformas, projetos e leis do Executivo na Câmara e Senado, que se chama de governabilidade, mas o verdadeiro nome e corrupção oficial e legalizada. Sem falar na indicação de Ministros feita por políticos, para ocupar o Poder Judiciário, que é o órgão da Triparte do Poder, para investigar e fazer valer as leis, ma seus representantes são indicados por políticos, em vez de ser escolhidos pelo eleitor brasileiro, como são os membros do Poder Executivo e Legislativo. 

Negociação entre Congresso e Executivo 

Segundo o portal Nexo Jornal, além da descarada troca de apoio com oferta de cargos a parlamentares e lideres de partidos politico da base do governo e fora dele (Oposição de fachada), temos a compra de voto oficial por meio das famosas emendas parlamentares, que são um dispositivo que existe no Orçamento federal que permite que deputados e senadores incluam despesas específicas, que são liberadas com facilidades, em troca de apoio ao governo. Elas costumam ser usadas para obras nas cidades onde estão os eleitores do parlamentar, fazendo indiretamente o parlamentar virá executivo, pois, Mesmo que esteja incluída no Orçamento, a liberação efetiva dos recursos depende de uma ordem do governo. Por isso, as emendas parlamentares se tornaram uma forma de barganha política entre o presidente da República e os congressistas, uma forma direta de corrupção legalizada. Em alguns casos, o dinheiro para as emendas passou a ser condicionado ao apoio ao governo em votações importantes, com a reformas de maldade de Temer. Existem ainda, desde 2015, as emendas impositivas, que o governo é obrigado a pagar. Nesse caso, o Planalto mantém algum poder de barganha sobre em que momento do ano irá liberar as verbas. 

Para promover a aprovação das reformas, Temer liberou verba via emenda em nome da troca de voto de parlamentares, essa lógica de governabilidade, onde o governo federal aprovou sem sustos o teto de gastos públicos no final de 2016, porque estava enfrentando dificuldades com o projeto de reforma da Previdência, que prevê a mudança nos critérios para a aposentadoria dos brasileiros com o objetivo de dar sustentabilidade às contas públicas, que alega o governo. A Proposta de Emenda à Constituição 287/2016 foi discutida em uma comissão especial e dificilmente para ser aprovada pelos deputados federais em uma votação em plenário. Depois da Câmara, o texto ainda precisa passar pelo Senado. O Palácio do Planalto usa o tempo ao seu favor nas negociações. Enquanto não chega a hora de votar, a articulação política do governo foi investido para convencer ($$$) parlamentares a aprovarem a proposta, mas enquanto o voto do eleitor vale apenas um saco e cimento, ou R$ 30, 40, 50 reias, o voto do parlamentar em favor do Executivo vale milhões. Por isso que muita gente quer ser paramentar, sem falar que gasta milhões para ser eleito.   

Voltado ao assunto; em março, sob pressão, o governo tirou servidores estaduais e federais do projeto. Depois deu um prazo para que Estados e municípios façam suas reformas. Outros recuos em regras de idade mínima, transição para o novo regime e método de cálculo dos benefícios podem foram oficializados nos últimos dias. De um lado, o governo aceitou abrir mão de pontos da reforma, do outro, usa as ferramentas do Poder Executivo nas negociações. Na segunda-feira, dia 10 de abril, em portaria publicada no “Diário Oficial” da União, o Ministério da Fazenda oficializou a liberação de R$ 1,8 bilhão em emendas parlamentares. Os recursos estavam previstos para os três últimos meses do ano, mas foram pagos em abril e agora no mês de maio. A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou nota informando que a liberação de recursos para os parlamentares não vai comprometer o cumprimento da meta fiscal de 2017 de deficit de R$ 139 bilhões — para conseguir cumpri-la, o governo anunciou no final de março um congelamento de despesas de R$ 42 bilhões. A antecipação do pagamento de emendas parlamentares foi um pedido da Secretaria de Governo da Presidência da República, órgão responsável pela articulação política do governo. 

O Portal Nexo Jornal, explicou como funcionam as emendas parlamentares e como os governos usam o dispositivo em negociações com o Congresso. Mas parece é pecado tocar nesse assunto na grande imprensa nacional e no STF, porém ficam alienando a população com a farsa de luta e combate a corrupção. mantendo esse Sistema Podre na Jus/Politica Nacional.  




Blog do Gari Martins da Cachoeira 




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