Compartilhar ai vai!

O mendigo, o catador de lixo que vivem uma vida de cão e os filhos do deus-capitalismo


Circulando no centro de Campina Grande, como em quase todas as cidade polos do Brasil, pode se ver constantemente cena de catadores de lixo, cantando resto de comida para sobreviver ou produtos que possam ser vendidos em pontos de reciclagem de lixo em busca de uma pequena renda limitada e passageira que não dura minutos no bolso de quem vivem na mendicância, pedindo esmolas e cantando comida na lata e sacos de lixo no grande centro como em bairros nas periferias das selvas de pedra.

Eles aparecem logo cedo, nas primeiras horas do dia, que gera o cidadão de bem o sentimento de tristeza, dor, revolta, porque o Sol não deveria nascer pra todos, mas é o contrario, pois essas cenas de catadores de lixo e mendigos dormindo nas praças e debaixo de viadutos e das marquises, revela de fato que o sol nascer pra todos. E que esse discurso poético religioso de amor ao próximo, demonstra que a falta de emprego e renda na vida de muita gente, ofusca o amor ao outro como a si mesmo, onde as elites, em especial os agentes representantes de  Poder Público, as vezes ver isso e simplesmente vão embora.

Outros guardam essas cenas que deveria ser de indignação no bolso que quem lucra muito com o ardoso trabalho dos vitimas do salário minimo, depositando todo sentimento de apoio no bolso da omissão, com esses seres humanos invisíveis, que prova a viva de hipocrisia da sociedade. que em vez de ajudar solucionar essa crise social em nosso país, pedem ao Senhor Jesus para resolver, levando a crer que o mundo, ou melhor, o nosso País não tem concerto.

Já vive nessa vida e sei o que é sofrer, além de comer restos de lixo, sofrem a humilho ao ser chamados de vagabundos, preguiçosos que não tem coragem em trabalhar e vivem pedindo esmolas e comendo restos no lixo, como se essa vida fosse a melhor de se viver. Mas também tem muita gente caridosa, que em vez de jogar os restos de comida do almoço e janta, guardam em um recipiente para dar de comer a quem tem fome, quando passa os esmoladores em suas casas, gritando pedindo 'sobrinha de comer' e um pedacinho de pão', como já fiz quando criança e adolescente junto com minha mãe e irmãos.

Sem falar nos dias que saia de casa com a minha genitora, para ficar sentando nos degraus da Igreja matriz de Campina (Catedral) e perto da Feirinha de Frutas, pendido uns trocados aos filhos do deus-capitalismo selvagem, pois os pobres não sabem quem é seu pais, poque vivem na desgraça social.

Apensa da onda do Bolsa Família, muitos brasileiros ainda vivem uma vida de cão.


Blog do Gari Martins da Cachoeira 





Nenhum comentário

Aviso: Os comentários serão moderados...

Tecnologia do Blogger.