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Imprensa e a intolerância religiosa



Vândalos acabaram culto (festa) em terreiro de macumba debaixo da pedrada em Puxinanã, em Campina Grande e uma emissora de TV da nossa cidade alega que se trata de intolerância religiosa, com discurso tolo que leva a crer que quem cometeu esse ato criminoso foi pessoas de outras religiões, porque são intolerantes com religiões afro-descentes, gerando assim a divisão mais ainda entre essas entidades religiosos pois os telespectadores irão pensar que quem meteu esse vandalismo com o terreiro de macumba foi evangélicos ou católicos.

Essa ação não tem nada com intolerância religiosa, se trata de ação isolada, onde elementos insatisfeitos com o barulho causado por essa modalidade religiosa, como também em alguns igrejas evangélicas que fazem cultos de barulho exagerado, mas em vez de chamar agentes do poder público ligados ao controle da poluição sonora, usam de maldade para jogar pedras em igreja evangélicas barulhentas, como em terreiros de macumba, que deveriam ser instalados em prédio fechados com forro acústico para evitar o incomodar os vizinhos que são obrigados a escutar constantemente esse tipo de barulho.  

Uma ação dessa só pode ser tratada como intolerância religiosa, se um padre, pastor ou qualquer cristão do movimento gospel, já que a maioria dos católicos são misticos, muitos servem ao catolicismo e pratica muitas coisas das regiões afrodescendente, se entrasse no terreiro de macumba pregando a sua crença, atrapalhando a ordem de culto, com ações de violência contra o líder religioso e os fieis que ali se encontram. A mesma coisa seria com uma igreja evangélica, muitos elementos jogam pedras nas igreja, entram para bagunça não por questão de intolerância, mas de pura maldade.

Esse discurso de intolerância religiosa com caso isolados, só faz promover mais ainda a intolerância ´porque quando acontece esses fatos isolados, dizem logo que os outros religiosos que fazem isso, em especial, quem leva a culpa indiretamente são os evangélicos.

Conforme especificado pela Constituição Federal Brasileira, depreciar abertamente alguém por princípio religioso, violar objeto de cultro é considerado crime. No entanto, o que pode-se interpretar nas inúmeras partes do país, o quão nítido é o desrespeito e os indivíduos que saem impunes diante de suas atitudes, a exemplo de um casal de lésbica foram fazer protesto durante um culto evangélico do deputado federal e pastor Marco Feliciano, no litoral norte de São Paulo com um tremendo beijo gay, no espaço reservado para um evento gospel que merecia todo respeito, mas agentes da esquerda brasileira, que dizem combater o preconceito e intolerância, pois afrontaram a crença de evangélicos em um evento gospel e o pastor foi ainda foi criticado por parte da imprensa porque chamou a ´policia para prender as vagabundas militantes LGBT. O caso ocorreu em 2013, em que as duas jovens que foram detidas, depois entraram com ação na justiça pedindo indenização de R$ 2 milhões ao parlamentar por danos morais, porque ele ordenou a prisão delas. Desconhecendo a liberdade de e violação de objeto de culto, o advogado das jovens, Daniel Santos Oliveira Galani, apontou na ação que a prisão delas foi arbitrária, motivada por homofobia e sem embasamento legal. Ele conta que até hoje as jovens são identificadas nas ruas e nas redes sociais, sendo frequentemente constrangidas e agredidas pelo ato respeitoso e honesto que elas fizeram com os evangélicos e não levaram uma surra dos mesmo, como ocorreu em um evento do movimento islâmico, em que lésbicas, ou melhor, mulheres do movimento feministas apanharam após promover beijo gay, achando que estavam confrontando os pacíficos católicos e evangélicos do Brasil, que são obrigados a servir de baixaria nas manifestações do Movimento Feminista e Parada Gay, que deveriam receber as punições cabíveis como reza o Código Penal Brasileiro, porque essas ações comprova-se que a razão do vasto preconceito é a sociedade em si, que não está ligada diretamente às verdadeiras informações sobre crença social, mas querem combater a tal da homofobia agredindo a fé, objetos de culto, quebrando estatuas da igreja católica, colocando imagem de Nossa Senhora Aparecida no anus e na vagina em plena via pública, passando por cima da liberdade de expressão religiosa, mostrando na pratica que os inúmeros casos de preconceito, a intolerância religiosa é uma das mais relevantes. Nesse ponto, cabe-se as punições rígidas e essencialmente cidadães comprometidos e orientados à uma sociedade mais justa e ética. Porque se trata de casos de entidades e grupos, não é caso isolado.

Diante disso vejo que, muitos dos agentes da imprensam precisam conhecer o que de fato é intolerância religiosa, não é uma ação isolada de vândalos que joga pedra em igrejas e terreiros de macumba barulhentos, porque a intolerância religiosa é um termo que descreve a atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças ou crenças religiosas de terceiros, levando a perseguição, violência e morte, como fez a igreja Católica com a Santa Inquisição, que matou e roubou os bens de várias pessoas que não seguiam as doutrinas, dogmas e tradição da igreja e não consideravam o santo papado assassino como presentante de Pedro,o embaixador do Reino de Deus sobre a faca da terra, como também fizeram os protestante com sua inquisição, da mesma forma que hoje fazem muitos muçulmanos, matando e destruindo muita gente em nome de Maomé e Alláh.

Volto a afirmar: determinado casos isolados de quebra de imagem de santos da igreja católico, vandalismo em igrejas terreiros de macumba ou centro  espiritas, não é intolerância religiosa, é pura safadeza de pessoas que tem falta caráter, criminosos que da mesma forma que promovem o vandalismo em entidades religiosos, promovem até com festa de casamento ou shows em eventos públicos, como o Maior São João do Mundo.

Intolerância religiosa no Brasil é saber que vivemos em um "Estado Laico", onde parte do cristianismo é predominante como se fosse religião oficial do estado, ou de alguns governos, em que prédios público se vê a Bíblia aberta, estatual de um Crucifixo de Jesus pendurado nas paredes dos Três poderes, abertura de sessões do poder legislativo ser aberta "em nome de Deus", ter na cédula da nossa moeda (REAL) o nome "Deus Seja Louvado", obrigar crianças protestante a rezar nas escolas públicas, ensino religioso dando margens apenas as religiões dominantes, e o uso do dinheiro público para fazer eventos religiosos, como se investe nos eventos evangélicos, católicos e na macumba da Bahia, com construções de monumentos que representam entidades espirituais dessas crenças, deixando as demais de lado, como a 'Igreja do Diabo', Testemunhas de Jeová e outras.

Isso sim deveria ser considerado como intolerância religiosa pois vivemos em um pais que se diz laico que usa o dinheiro da nação para favorecer apenas as religiões dominantes, e as que tem influencias da cultura religiosa da Africa que deveria ser independentes e não ter apoio em nada do poder público porque membros de outros religiões, atues, agnósticos e cismativos deveriam ser respeitando, poque contribuem com seus impostos e não são perguntados se deve usar das suas contribuições ao Estado para cunho de favorecimento religioso.

A questão é que em casos isolados se atribuem a intolerância como se fosse os católicos e evangélicos que tivessem praticando contra terreiros de macumba, onde se sabe que é pura maldade de vândalos. Igrejas e terreiros de macumba barulhentos, deveriam respeitar as leis e não promover poluição sonora permanente em local fixo, em suas cerimonias religiosas que sempre ocorre 3 o ou mais vezes por semana, onde a vizinhança tem que suportar o barulho de um culto a divindades que ele não crer nem serve, mas tem que 'cultuar indiretamente' pelos gritos de: "Gloria a deus! Aleluia"e fala de 'linguás estranha', que os pentecostais não entende o que fala, sem falar nos toques de músicas de macumba insuportável, o mal de tudo, ao lado da casa de muita gente, e tem também os gritos que fazem quando dizem que receberam uma tal de guia, ou como muitos chamam, o"Exu".

Essas procedências no meio pentecostal, neo-pentecostal e em terreiros de macumba, faz com que muitos ignorantes provoquem vandalismo sobre igrejas e terreiros de macumbas, que faz as lideranças que não respeitam as leis de poluição sonora se vitimizar, generalizando o discurso e dizem que foi ato de intolerância religiosa, culpando indiretamente quem não vive sua fé e pratica..

Quem quer respeito, tem que saber dá respeito...





Blog do Gari Martins da Cachoeira 




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