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A mentira na Politica segundo Maquiavel e Sun Tzu


A mentira faz parte da vida e fez sempre parte da política diz Nicolau Maquiavel, em O Príncipe. Segundo ele, “os homens são tão ingênuos e tão conformados com as necessidades do momento, que quem engana encontrará sempre quem se deixe enganar”.

Também estipulou que os príncipes que “souberam com inteligência enganar os cérebros dos homens, no final ultrapassaram aqueles que se basearam na verdade”. Ora, se os políticos mentiram e enganaram é porque houve uma maioria que se deixou enganar.”

Já para o pai da Arte da Guerra, o famoso filosofo chines, Sun Tzu, que falando sobre as estratergias de guerra, usou o termo logro, que o mesmo que enganar, mentir para tirá proveitos pessoais ou de um grupo, no caos o Exercito que entra em Guerra.

Se referindo a arte de dissimular, isto é, mentir, enganar, o mestre Sun Tzu disse:  “Toda guerra baseia-se no logro. Portanto, quando capaz, finja incapacidade; quando ativo, inatividade. Quando próximo, faça parecer que está muito longe; quando longe, que está próximo. Ofereça ao inimigo uma isca para atraí-lo; finja desordem e o golpeie. (...) Se alguém quer fingir desordem para atrair o inimigo, tem de agir com muita disciplina. Somente nesta condição pode fingir confusão. Quem deseja simular covardia e fica a espera do inimigo, deverá ser corajoso, pois só então é capaz de simular medo. E o que deseja parecer fraco, para evocar arrogância do inimigo, precisa ser extremamente forte. Só assim pode fingir fraqueza”.

Conclusão, não só na Politica mas em toda esfera das relações interpessoal e sócio/econômica, sempre existirá um mentiroso profissional ou amador. A mentira é tão útil e tão pouco penalizada na política, que os norte-americanos têm há muito esta piada fácil: “Como é que se percebe que um político está a mentir? Ele mexe os lábios,"


Blog do Gari Martins da Cachoeira



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