A Casa da Mãe e a Casa da sua mãe



Quando criança vivemos obre o nosso tento pertence a toda família, mas depois que crescemos e ficamos independentes, muitos casam-se constituir um novo lar e uma nova família, sem falar naqueles que procuram viver sós, ou em grupo em alojamentos escolar, mas nunca vão esquecer da casa da sua mãe.

O filho cresce e passam a ser pai e mãe, nunca esquecem dos belos pratos, da saborosa comida e do colo da mamãe. Dormem bem no novo lar mas sempre sonham dormindo no quarto, no sofá, na rede na casa da sua mãe. Da cozinha, banheiro, sala, quartos, das camas, sala de TV, e área de estar que seguirão em sua mente por toda vida, onde sempre vai lembrar da casa da sua mãe, porque existem muitos homens e mulheres que, mesmo depois de adultos, não conseguem cortar o cordão umbilical, isto é, não se desligam dos pais para viver a própria vida. Ser dependente dos pais já adulto e solteiro não é saudável, o que dizer então, daqueles que depois de casados não sabem continuar suas vidas longe do papai e da mamãe.

Posso também citar aqueles jovens que passam dias, meses, anos na casa de amigos ou parentes, mas sentem uma saudade danada da casa da sua mãe.

A Casa da Mãe 

Para ampliar a rede de atendimento a pacientes de alto risco que são atendidas pelo Instituto Elpídio de Almeida (Isea), foi inaugurada na segunda quinzena do mês de agosto de 2013, a Casa da Mãe de Campina Grande, um local onde as mães de outros municípios que precisem tomar medicação ou que necessitem acompanhar os filhos que estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) possam se instalar para desafogar o atendimento na maternidade municipal. Desde que foi implantada, a Casa da Gestante, já recebeu 526 usuárias, sendo 240 somente no ano passado. A unidade de Campina Grande foi a primeira da Paraíba implantada dentro padrões da Rede Cegonha do Ministério da Saúde.

Uma boa ideia em matéria de serviço de saúde pública que para marcar o encerramento das comemorações da Semana da Mulher no município, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, inaugurou na sexta-feira, 11 de março de 2016, a nova sede sede da Casa da Mãe que passou a ser titulada de Casa da Gestante, Bebê e Puérpera.

A nova estrutura do serviço de acolhimento às parturientes foi construída na parte de trás do Instituto Elpídio de Almeida (Isea), maternidade do município, que atende não só gestantes de nossa cidade, mas as que vem de outras da Grande Região do Compartimento da Borborema. A obra faz parte do projeto de humanização do atendimento e expansão da maternidade pública, que nos últimos três anos ganhou 39 novos leitos. Antes funcionava em imóvel alugado a poucos metros do Isea. Agora, com sede própria, o serviço vai poder oferecer mais conforto para as mães.

A unidade tem 410 m² de área construída, com cinco dormitórios, todos com banheiro e área de sol. Na Casa da Gestante são atendidas mulheres campinenses e de dezenas de municípios paraibanos que dão à luz no Isea. As mães podem ficar hospedadas enquanto aguardam os bebês que estão internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal – UTNI. O espaço, criado para funcionar como uma residência comum, igual a casa da sua mãe, esse alojamento visa atender as acompanhantes como uma mãe acolhe o filho que morar em outa cidade e vem passar uns dias ao lado da sua genitora. A casa conta com sala de convivência, cozinha, sala de ordenha e acolhimento, além de quarto de repouso para a equipe de enfermagem.

“Muitas dessas mulheres precisam esperar os filhos que ficam internados na UTI do Isea, mas não tinham um espaço adequado para acompanhar os bebês de perto. Ao disponibilizarmos toda a estrutura da Casa, estamos conseguindo assegurar o contato das mães com os recém-nascidos prematuros nos primeiros momentos de vida dessas crianças”, ressaltou o prefeito Romero Rodrigues.

Da mesma forma que um filho nunca esquece da casa da sua mãe, quem passa pelo atendimento na Casa da Mãe nunca vai esquecer do bom acolhimento que tiveram, pois quantas pessoas ficavam desabrigadas sem ter onde se hospedar por falta de recursos financeiros, agora tem onde ficar esperando a liberação da gestante e da criança recém-nascida.










Blog do Gari Martins da Cachoeira 






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