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Pressão alta e a dor de cabeça



Dormir é bom, difícil é ter que acordar
Com o cérebro pulando feito uma bola.
Você rola para uma lado e para outro,
Encosta a cabeça no travesseiro
Sua mente corroí feito picada de percevejo,
E não dá vontade de acordar.

Quando acorda, só ver aquele vazio lá dentro,
Lá dentro da sua mente
Fica agoniado feito bêbado em busca de aguardente,
Embriagado com as dores reinante em sua cabeça,
Sem falar nos palpites em seu coração,
Isso não é coisa normalizante,
Não vêm da baixa, mas da ala pressão.

Você toma os remédios e seu cérebro pára,
Sua mente para de corroer feito picada de percevejo,
Passa a agonia da embriagues mental,
O sobre efeito da droga da sua mente,
Deixa de ser coisa de bêbado em busca de aguardente
Seu coração volta a ser como um menino inocente,
Para a pressão alta você: Oxente!

Controla a pressão, a dor de cabeça logo some
Você escreve seu novo nome
No papel branco da sua mente.
A canseira nos olhos, o gosto de sangue na boca,
A elevada circulação sanguíneo,
O palpitar no coração desaparece,
Como uma noite de frio, como uma chuva de verão.


 


Autor: José Martins (Martins da Cachoeira) 





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