Grupo de Apoio da PMCG retira comerciantes informais de calçadas nas principais ruas do centro


Por voltar das11:30 de hoje, de frente a Igreja da Catedral, na Av. Malaquias Floriano Peixoto, em pleno centro de Campina Grande, uma jovem senhora vendia água mineral para ahudar no sustento da sua família, tentando gsnhar vendedor sua águanhia para ganhar dinheiro honestamente, logo apatecei um o segurança do Grupo de Apoio, da Secretaria de Obras, que é contratado pela prefeitura Municipal de Campina Grande para não permitir o avanço do comercio onformal no centro, ele veio e retirou a mulher do local.

Ela chorava, com os olhos cheios de lágrimas perguntava ao moço por que não pudia fica ali, pois não estava roubando, só estava vendendo garrafa de água mineral para manter sua família.

Essa cena saiu das ruasce foi Pará nas redes sociais e gerou revolta em muitos nternautas, alegando que se ver muitosv politicos roubando o povo brasileiro, bandidos solto nas ruas enquanto essa humilde trabalhadora sendo proibida de lutar para sobreviver honestamente diante da precariedade na falta de emprego em nosso País, que faz falta políticas públicas que promova a igualdade social e uma verdadeira d atribuição de renda.

"Esse é o país da safadeza, trabalhar honestamente não pode, mas pode ser vagabundo que a lei permite e não faz nada. Cadê que esses cretinos tiram os trombadinhas que vivem roubando o povo no centro de Campina Grande?" Questionou o Sr. David Medeirosi em debate na  Facebook sobre o assunto.

Já o Sr. Waltemberg Apolinário, analisando a falta de seguranca na Central de Integração e a presença de seguranças nas rua só para promover a d- organização do comercio informal nas calcadas de CG, ao lado do Bom Preço, ele disse:"Porque não coloca esses caras na Integração pra fazer a segurança das pessoas lá!"

Direito de ir e vir

Concordo que a PMCG promova o controle dos locais onde deve ficar os camelos e cendedores ambulmtes com carrocas, para evitar o transtorno aos pedestres que muita vezes tem que andar no meio da rua, tendo que copetir com os veículos, por se ver o avanço descontrolado de tantos camelôs na Rua João Pessoa, ocupando as calçadas,  dificultanto a passagem da população, não só em Campina, mas em quase todo Brasil.

O estranho é que a menos de 100 metros, do outro lado da rua, muitos camelôs ocupam calçadas em frente ao Rede Compras e a prefeitura parece que finge não ver. Mas pelo que se nota nas imagens da foto, a senhora esta com uma caixa térmica de isopor, com suspensórios para pendurar sobre o pescosso, igual aos vendedores de "dindin", mostrando assim que a mesma não mantem ponto fixo na calçada, certamente fica circulando na cidade como os vendedores de picolé, de café e chá que hoje são proibidos de venderem seus produtos nas principais ruas do Centro de Campina, que não prejudicam em nada os comerciantes formais nem os transeuntes nem o seu direito de ir e vir. "Muitos pediram para eu falar com Romero Rodrigues, sobre esse fato. Se ficassem parados ou montando barracas estava certo, mas os que vendiam chás, cafés, picolés etc. que transitavam por nossa cidade sumiram. Já os garotos roubando e cheirando tinner, andam livremente pelo centro sem serem incomodados", disse o servidor público, Argemiro Gomes.

Já é hora de promover o incentivo aos comerciantes informais, comecando pela revitalização e reforma da Feira Central, que ate agora não saiu fo papel.  Também deveria criar novas Arcas e mais um Shopping Popular, para alojar os camelos da Rua Joao Pesso, visando gerar mais emprego, subemprego e renda, afim de acolher em local fixo os camelôs e ambulantes que ocupam calçadas não  centro, em busca de um meio de vida, para não entrar no mundo do crime e poder ter dinheiro honestamente para manter à família.

Esse Grupo de Apoio é composto porvprestadores de serviços, já vem desde o governo de Cozete,  passou pelos 8 anos de Veneziano promovendo as mesmas ações e segue no governo de Romero com o mesmo perfil. Vai continuar no próximo governo porque tem que seguir a Lei Orgânica e Código de Postura do Município, que determina o controle do espaço público, mesmo que venha prejudicar uma mãe de família que buscar o pão de cada dia para seus filhos por meio do serviço informal.

Foto: Fábio Sousa

Foto: Fábio Sousa


Blog do Gari Martins da Cachoeira




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