Crise faz PSDB debater chances de Doria para a disputa ao Planalto em 2018


O desgaste enfrentado por quadros tradicionais do PSDB levou a cúpula do partido a ponderar com seriedade uma discussão que, antes, estava restrita a cochichos nos bastidores: a possibilidade de o prefeito de São Paulo, João Doria, se firmar como um nome competitivo para as eleições presidenciais de 2018.

Parlamentares e dirigentes do PSDB admitem que o assunto saiu da seara das fofocas.
A avaliação é que a crise política tende a macular sobremaneira a classe política tradicional que levará o eleitor a buscar, em 2018, fórmula parecida à que fez sucesso em algumas das principais capitais do país no ano passado, nas eleições municipais.

Mais: acham que a pressão por avaliar as chances de Doria tende a crescer dentro da própria militância, com a aproximação do pleito. Doria foi o principal expoente dessa tendência, ao liquidar os adversários já na primeira fase da eleição paulistana –feito inédito até então– com o discurso de que não era político, mas gestor.

Em conversas reservadas, tucanos graduados argumentam que, se houvesse em 2018 um páreo montado apenas por políticos tradicionais, um entre os três nomes que se colocam hoje ao Planalto na sigla –Aécio Neves (MG), José Serra (SP) e Geraldo Alckmin (SP)– teria chances.




Folha


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