27 de ago de 2016

Cida acusa Cartaxo de praticar nepotismo na gestão municipal



A candidata do PSB à prefeitura de João Pessoa, Cida Ramos, acusou o prefeito e candidato à reeleição, Luciano Cartaxo (PSD), de praticar nepotismo, promovendo a contratação de inúmeros parentes em sua gestão.

A socialista disse que existe uma lista com 40 parentes do prefeito contratados para cargos comissionados ou prestadores de serviço na prefeitura da Capital.

Por sua vez, Luciano Cartaxo rechaçou a acusação de nepotismo e ressaltou a avaliação alcançada pela Prefeitura no ranking de transparência pública. Segundo ele, as contratações estão à disposição da sociedade no sistema Sagres, do Tribunal de Contas da Paraíba, o que demonstra a transparência de sua gestão.

Cartaxo também alfinetou a socialista de não possuir propostas para a cidade, acusando-a de só trazer denúncias vazias.

Fonte: Mais PB

Cartaxo culpa governo Dilma por não cumprir promessas de campanha



O prefeito e candidato à reeleição, Luciano Cartaxo (PSD), responsabilizou o governo federal pela não implantação do sistema BRT em João Pessoa.

Segundo o gestor, a Prefeitura fez sua parte para receber o novo sistema de transporte, mas os recursos não foram repassados aos cofres da cidade.

Luciano Cartaxo lembrou que esse problema também foi enfrentado por outras cidades brasileiras, e que só podia iniciar as obras com o dinheiro em caixa. “Em nenhum momento o dinheiro chegou na Prefeitura”, garantiu.

Ao ser questionado sobre a mobilidade urbana da cidade, o prefeito elencou as obras realizadas por sua gestão e destacou os binários construídos, ciclovias e intervenções como o viaduto da Geraldo Mariz.

Fonte: Mais PB

Veneziano anuncia que Campina vai ganhar metrô com passagem a R$ 1,00: "Você acredita nisso?"



Foto: Ascom
No primeiro dia do guia eleitoral, na TV e no rádio, nessa sexta-feira, 26, o candidato a prefeito pela Coligação “Campina Pensando Grande”, Veneziano Vital do Rêgo, anunciou que, a partir da sua gestão em 2017 os campinenses serão contemplados com o VLT – metrô sobre trilhos, cujo projeto foi constituído e aprovado, “mas foi abandonado pela gestão do prefeito atual”, conforme o prefeitável.

Conforme disse Veneziano, havia uma verba destinada à instalação de um VLT na cidade que foi perdida pelo tucano.

“Campina tinha um projeto para construir um VLT de R$ 21 milhões, mas o atual prefeito deixou essa verba ser perdida”.

Ainda no guia da TV, ao lado do candidato a vice, Pelipe Gaudêncio, o peemedebista ressaltou que fez o Sistema Integrado de Ônibus, com o cidadão pagando apenas uma única passagem bairro a bairro e que mais de 3 mil obras foram levadas aos quatro cantos da cidade e aos Distritos: “Com a força do povo haveremos de resgatar a administração. Mais do que 3 mil obras, foram sonhos realizados, investimentos em todos os setores, que mudaram definitivamente a face da nossa cidade, resgatando a nossa autoestima”, assinalou Veneziano.




FONTE: Da Redação com Ascom

Gleisi, Renan e o STF: Vai ficar assim?



Na retomada do julgamento da presidente-ré, Dilma Rousseff, após a discussão entre os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Ronaldo Caiado (DEM-GO) que teve até empurra-empurra e causou a interrupção da sessão, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pediu a palavra e criticou os senadores dilmistas: "Ontem, a senadora disse que o Senado não tem moral para julgar. Como uma senadora pode fazer uma declaração dessa, exatamente uma senadora que conseguiu há 30 dias que o presidente do Senado conseguisse no Supremo Tribunal Federal desfazer o seu indiciamento e o do seu marido".

Gleisi Hoffmann retrucou e chamou Renan de "canalha". A afirmação causou uma nova confusão generalizada, que gerou outra interrupção por parte do presidente da sessão e do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, at
é as 13h.

Em junho, Paulo Bernardo, o marido de Gleisi e ex-ministro de Dilma e Lula, foi preso pela Polícia Federal na Lava Jato, acusado de montar um esquema de fraudes na liberação de créditos consignados que teria desviado cerca de R$ 100 milhões. Procurado, o STF confirma que não irá se manifestar em relação às declarações dos senadores e o "desindiciamento" do casal Gleisi e Paulo Bernardo.




Do site Diário do Poder

PT quer tirar foco do julgamento do impeachment


Bancada lulopetista no Senado não discute de forma objetiva as acusações bem fundamentadas contra Dilma; prefere fazer proselitismo político



Pode-se dizer tudo do lulopetista militante, menos que não tenha disciplina e fé de sectário religioso. Nenhum fato da vida real abala suas convicções — vide as revelações devastadoras surgidas na Lava-Jato sobre seu líder e companheiros. Agora, por exemplo, o PT dá demonstrações de que deseja virar a página do impeachment o mais rápido possível, mas sua bancada no Senado atua com virulência em defesa de Dilma. Isso, apesar das provas fartas e sólidas de que a presidente cometeu crimes de responsabilidade na manipulação do Orçamento, passíveis de punição por impeachment.

Há quem diga que o real objetivo, agora, é marcar posição para o ciclo oposicionista em que permanecerá o partido, com o afastamento definitivo da presidente. Não por acaso, profissionais de cinema estariam produzindo um documentário sobre o impeachment, por certo a ser usado à exaustão com fins de propaganda política, por um PT vitimizado.

A bancada continua a aplicar, nesta fase final do processo, a tática de ganhar tempo — como faz desde o início —, agora pela desqualificação das testemunhas da acusação. Tudo também para não discutir o tema central do processo: a acusação, bem fundamentada, de que a presidente cometeu crimes de responsabilidade.

No início da madrugada de ontem, por exemplo, José Eduardo Cardozo, advogado de Dilma, traçou o criativo roteiro de uma fantasiosa conspirata feita no TCU pelo procurador do Tribunal de Contas Júlio Marcelo de Oliveira e o auditor Antônio Carlos Costa D’Ávila Carvalho Júnior, para induzir os ministros do tribunal a rejeitar as contas da presidente. Chegou ao ponto de dizer que a crise foi provocada por pareceres dos auditores, arrolados pela acusação como testemunhas. Devido aos ataques do PT, Júlio Marcelo virou “informante”. Mas falou o que se esperava dele, sem problemas.

Ora, Cardozo faz pouco-caso do discernimento da população, principalmente dos já mais de 12 milhões de desempregados, devido aos graves erros de política econômica de Dilma. Esquece que analistas brasileiros e estrangeiros, das agências de avaliação de risco, já alertavam para problemas fiscais na economia brasileira desde no mínimo 2013. A imprensa profissional registrou tudo.

Seguiu a mesma linha diversionista o convite da defesa ao economista Luiz Gonzaga Belluzzo, um dos ícones do “desenvolvimentismo”, para, ontem, servir também ao estratagema de se evitarem questões fundamentais postas no impeachment. Belluzzo, por sua escola de pensamento, desgosta de preocupações “neoliberais” com o equilíbrio fiscal, portanto não considera que Dilma incorreu em crimes ao atropelar a Lei de Responsabilidade. Até porque não gosta da lei.

Cumpriu, na sessão, o papel de vocalizador de críticas a um necessário cuidado com a estabilização fiscal. Tanto que não respondeu a perguntas objetivas feitas pela advogada, e uma dos signatários do pedido de impeachment, Janaína Paschoal, sobre as denúncias feitas à presidente. Confessou que não leu o processo.

Tem-se a impressão de que a bancada petista aproveita mesmo o tempo para proselitismo com vistas ao futuro. Sintomaticamente, a maioria pelo impedimento, depois de mais um show de batebocas e destemperos, preferiu não levantar questões às testemunhas levadas pela defesa. É perda de tempo. Cumpre-se a tabela, como no futebol.



EDITORIAL O GLOBO

Radicalismo e solidão



Ninguém pode desconhecer que o processo de impeachment de Dilma Rousseff – tenha o desfecho que tiver – causou profundas feridas na sociedade brasileira. São feridas que tendem a durar por muito tempo. Farão o PT sangrar mais do que outros.

Diferentemente do que ocorreu durante o afastamento de Fernando Collor, em que todo mundo o queria fora do governo e ele não tinha a quem pedir socorro, desta vez há um partido grande, forte e influente, o PT, que fez da resistência ao impeachment a principal bandeira da sua luta política, embora saiba que só um milagre o devolverá ao poder.

A renitência petista, por razões óbvias estampada nos discursos do ex-presidente Lula e nas ações de combate de alguns senadores do partido nas sessões do impeachment, aliados a uma solitária soldada do PC do B, terá reflexos nocivos.

Não se pode tirar do PT e de seus aliados o direito de lutar. Afinal, o poder é o objetivo final de qualquer partido que se dê ao respeito. Mas os petistas optaram por uma linha de defesa tão radicalizada, que é golpista qualquer um que não se declarar contrário ao impeachment. Não se aceita um meio termo. Sem humildade, eles omitem ainda as referências ao envolvimento de petistas em pesados esquemas de corrupção. Preferem dizer que outros é que se ligam a malfeitos. Em vez de unir, esse tipo de discurso desune. Em consequência, a tendência de potenciais aliados é se afastar.

Pela reação que se nota entre partidos que trafegam pelo campo político da centro-esquerda, como o PSB, antigo parceiro, não é exagerado dizer que os petistas terão muitas dificuldades para montar palanques para a eleição presidencial de 2018 com legendas de centro-esquerda e de centro. Sem estas últimas não se vence uma eleição.

Lula, por exemplo, só se elegeu presidente da República depois que o então presidente do PT, José Dirceu, costurou em 2002 um acordo com o PL de Valdemar Costa Neto, e este emprestou o senador-empresário José Alencar para a vice. Dirceu e Costa Neto seriam depois processados, julgados e condenados pelo mensalão.

Os problemas para o futuro próximo do PT vão além da montagem dos palanques. O candidato que cem entre cem petistas dão como certo de que vai disputar a eleição é Lula. Mas o ex-presidente tem vários obstáculos pela frente. Além da idade, pois estará com 72 anos em 2018, ele passa por um processo de desgaste demolidor. Hoje está com 65% de rejeição, de acordo com pesquisas recentes do Ibope, embora ainda conte com 23% a 25% da preferência dos eleitores numa eventual candidatura à Presidência. Também foi indiciado em dois processos, um na Lava Jato, outro por obstrução aos trabalhos da Justiça.

Caso Lula não tenha condição de se candidatar, o PT não teria um nome competitivo para disputar a sucessão presidencial. A grande esperança do partido e de Lula, assim que Fernando Haddad foi eleito, era fazer da Prefeitura de São Paulo uma administração que servisse de modelo para apresentar ao eleitor em 2018. Mas Haddad ficou longe do sucesso imaginado. Terá dificuldades para se reeleger.

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, anunciado por Lula como um dos nomes do partido para a sucessão presidencial, está todo enrolado com a Operação Acrônimo, da Polícia Federal. É certo que não terá a mínima condição de se candidatar.

Some-se a tudo isso decisões como a do candidato petista à Prefeitura de Porto Alegre, Raul Pont, que abandonou a estrela do partido e preferiu omitir de seu material de campanha os nomes de Lula e de Dilma. Ele pode até vir a mudar por pressões à frente, mas só a reação inicial já dá mostras de como alguns candidatos tentam se desvincular de símbolos e nomes tradicionais do partido num momento de crise.





ESTADÃO,  JOÃO DOMINGOS



Duas crianças morrem em incêndio dentro de casa em Campina Grande


Incêndio ocorreu no bairro Nova Brasília, na noite de sexta-feira. Menino de três anos e menina de dois anos eram irmãos, segundo o Ciop.



Foto: Reprodução da internet 
Dois irmãos, um garoto de três anos e uma menina de dois, morreram após um incêndio atingir a casa em que moravam na Rua São Luís, no bairro Nova Brasília em Campina Grande, na noite de sexta-feira (26). Segundo informações repassadas no relatório do Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), as duas crianças estavam sozinhas quando o fogo se espalhou pela casa.

Conforme depoimento prestado pela mãe das crianças, o fornecimento de energia elétrica havia sido cortado por falta de pagamento e os dois decidiram acender duas velas, uma na cozinha e outra na sala, para iluminar o local. Ainda de acordo com a mãe das crianças, o pai pediu que ela fosse comprar um lanche para a família, mas os dois acabaram resolvendo ir juntos.

Os vizinhos perceberam a fumaça, mas acreditaram vir de uma padaria, que fica ao lado da residência onde os irmãos morreram. Segundo a polícia, o Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado após notarem que a casa estava pegando fogo, mas ao chegar no local a equipe encontrou as duas crianças carbonizadas.

De acordo com a polícia, os pais foram encaminhados para delegacia, ouvidos pelo delegado Luciano Serra Seca e em seguida liberados. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil. Os corpos foram encaminhados para o Núcleo Executivo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Campina Grande.



Do G1 PB

26 de ago de 2016

Mulher que vendia churrasco com carne de cachorro é presa em Itupiranga


Créditos: Divulgação
Segundo uma testemunha, a acusada já havia matado outros animais para comercializar como espetinho


Uma mulher, de nome ainda não divulgado, foi presa, em Itupiranga, no Pará, por comercializar espetinhos feitos com carne de cachorro.

Informações da população contam que a acusada já havia tirado o couro e bifes do animal quando a polícia efetuou a prisão em flagrante.

Segundo uma testemunha, a acusada já havia matado outros animais para comercializar como espetinho. A polícia investiga o caso.

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Por Redação - WSCOM



Vacina brasileira de esquistossomose inicia fase final de testes após 30 anos

Pesquisa sobre forma de combater parasita é totalmente brasileira. Projeto está entre 6 selecionados pela OMS como prioridade.

A vacina brasileira contra a esquistossomose está entrando na fase final de teste em humanos em áreas endêmicas, após 30 anos de desenvolvimento. Na segunda quinzena de setembro, ela será aplicada em pessoas no Senegal, dando início a esta última etapa. Se os resultados forem positivos, fica pronta para uso.
A pesquisa foi escolhida junto a mais cinco projetos como prioridade de investimento da Organização Mundial da Saúde (OMS). O “selo” é dado para estudos que se empenham em suprir necessidades de saúde de países em desenvolvimento.
Causada por vermes do gênero Schistosoma, a doença está presente em 19 estados brasileiros, com maior quantidade de casos nos estados do Nordeste, Espírito Santo e Minas Gerais. De acordo com a OMS, a esquistossomose é endêmica em mais de 70 países, em maioria localizados na África, onde 800 milhões vivem sob risco de infecção.
Além da vacina contra a doença, outras cinco pesquisas foram escolhidas como prioridade pela OMS: um estudo da Índia, dois da Suíça, um da África do Sul e um da China em parceria com países africanos. O projeto brasileiro é o único das Américas escolhido pela organização.
Pesquisadora foi realizada pelo Laboratório de Esquistossomose Experimental do IOC/Fiocruz (Foto: Gutemberg Brito – IOC/Fiocruz)Pesquisadora foi realizada pelo Laboratório de Esquistossomose Experimental do IOC/Fiocruz (Foto: Gutemberg Brito – IOC/Fiocruz)













A nova Vacina Sm14, que foi financiada até o momento em formato de Parceria Público Privada (PPP) entre o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e a Orygen Biotecnologia S.A., também receberá o apoio de um fundo da OMS. Ela deverá terminar as fases de testes em humanos no final de 2017 - até lá, 350 pessoas deverão participar da pesquisa.
De agosto até o final deste ano, os pesquisadores aplicarão doses em 30 indivíduos do Senegal, região considerada hiperendêmica da doença (com alta taxa de prevalência, afetando a população de forma continuada).
O país africano tem a circulação de duas espécies do parasita que transmite a esquistossomose. Essa característica, que não existe em nenhuma região brasileira, é importante para que se possa verificar a segurança da vacina, como apontou a pesquisadora Miriam Tendler, do Laboratório de Esquistossomose Experimental do IOC, que lidera os estudos.
“Esse tipo de doença, causada por vermes, foi menosprezada por muito tempo por ter baixa mortalidade. Mas isso impacta muito na capacidade cognitiva e na qualidade de vida das crianças e demais pacientes”, disse Tendler.
Caramujos da espécie Biomphalaria glabrata albina, causador da doença  (Foto: Gutemberg Brito/IOC)Caramujos da espécie Biomphalaria glabrata albina, vetor da doença (Foto: Gutemberg Brito/IOC)













Quando a vacina estiver pronta, a imunização ocorrerá em três doses, dadas com um intervalo de um mês entre cada uma. A vacina foi produzida a partir de um antígeno -- substância que estimula a produção de anticorpos, evitando que o parasita se instale. Também foi utilizada a proteína Sm14, sintetizada a partir do verme da doença.
A esquistossomose
A OMS considera a doença como uma das mais negligenciadas e devastadoras socioeconomicamente, perdendo apenas para a malária. A transmissão é ligada à precariedade de saneamento.
Fezes infectadas com o verme Schistosoma, quando despejadas em rios e outros cursos de água doce, podem infectar caramujos do gênero Biomphalaria. Estes liberam larvas na água, podendo infectar outras pessoas por meio do contato com a pele, reiniciando o ciclo da doença.

Histórico da vacina
A molécula Sm14 foi descoberta em 1975. Já a definição de um desenho de modelos experimentais para o desenvolvimento da vacina começou em 1985, ou seja: o projeto de imunização contra a esquistossomose tem mais de 30 anos de desenvolvimento.
 
Pesquisadora Mirian Tendler, que lidera os estudos para a vacina (Foto: Gutemberg Brito – IOC/Fiocruz)Pesquisadora Mirian Tendler, que lidera os estudos para a vacina (Foto: Gutemberg Brito – IOC/Fiocruz)
Carolina Dantas Do G1, em São Paulo

Eles são candidatos pelo PT, mas têm vergonha de assumir as cores e a estrela do partido


As eleições municipais de 2016 já começaram em todo o Brasil e, com elas, os partidos começam a medir forças para 2018. Novas alianças têm mudado a cara da disputa em algumas das maiores cidades do país. A tradicional aliança PT e PMDB, por exemplo, que emplacou em 2012 mais de 284 candidatos a prefeito e vice, perdeu espaço – ainda que os partidos estejam unidos ainda em mais de 1.200 municípios pelo país.
A campanha para 2016 será mais curta, com tempo de televisão resumido a 10 minutos, contra os 30 minutos de 2012, além do fim do financiamento empresarial para campanhas. Com menos material e tempo reduzido, o que chama a atenção, no entanto, é uma mudança estética na forma como os candidatos se apresentam.
As cores e a estrela do partido, que já chegaram a decorar até mesmo o jardim do palácio da alvorada, agora são cada vez mais tímidas nos materiais de divulgação dos candidatos do Partido dos Trabalhadores, líder em rejeição entre todos os partidos do país. Em São Paulo, a famosa estrela foi reduzida na propaganda do prefeito Fernando Haddad, e o vermelho deu lugar ao laranja em muitos dos materiais de campanha. Para alguns dos candidatos, a escolha das cores se dá pelo fato de as coligações serem amplas, e comportarem inúmeros partidos.

Com a legenda nacional na linha de frente dos principais escândalos políticos dos últimos anos, o PT viu seu número de candidatos entre 2012 e 2016 ser reduzido de 44.239 – o que inclui candidatos a prefeitos, vices e vereadores – para 23.556. Único dos 5 maiores partidos a perder participação no total de filiados (caindo de 10,25% em 2012 para 9,6% em 2016), o partido enfrenta a maior crise de sua história, de militância e identidade. A figura do ex-presidente Lula, antes presente em boa parte dos materiais de campanha, agora é tímida, até mesmo nas disputas que ocorrem na região do ABC Paulista, berço político do ex-presidente.
O vermelho deu lugar ao roxo, ao amarelo, ao verde, ao laranja e até mesmo ao azul, cor tradicionalmente associada ao rival PSDB. Em muitos casos, o número 13 nem mesmo aparece. Abaixo, selecionamos alguns exemplos que você pode encontrar país afora.

1. Belo Horizonte, MG

Belo Horizonte

2. Guarulhos, SP

Guarulhos

3. Santa Cruz do Sul, RS

Santa Cruz do Sul

4. Alegrete, RS

Alegrete

5. Camaçari, BA

Camaçari

6. São José dos Campos, SP

São José dos Campos

7. Dias D’Ávila, BA

Dias D'Ávila

8. Esteio, RS

Esteio

9. Alvorada, RS

Alvorada

10. Jacarezinho, PR

Jacarezinho (PR)

11. Tomé-Açu, PA

Tomé-Açu - PA

12. Santa Luzia, MG

Santa Luzia

13. Pedro Osório, RS

Pedro Osório (RS)

14. Porto Alegre, RS

Porto Alegre

15. Araraquara, SP

Araraquara

16. Maceió, AL

Maceió

17. São José Dos Campos, SP

São José dos Campos - vereadora

18. Chapecó, SC

Chapecó

19. Leme, SP

Leme (SP)

Noticias.spotniks

Ministério revela: águas do Rio São Francisco só vão chegar em abril do próximo ano a ´Boqueirão´

Foto: Divulgação/Ministério da Integração Nacional
Há algumas semanas, o presidente em exercício Michel Temer (PMDB) convidou dirigentes de Associações Comerciais de todo o Brasil para uma conversa em Brasília, visando trocar informações, conversar sobre a conjuntura econômica e recolher sugestões do segmento.
Lá estava Álvaro Barros, presidente da Associação Comercial de Campina Grande. E ele aproveitou a ocasião para entregar em mãos a Temer um documento sobre a grave situação hídrica campinense e de cidades circunvizinhas.
O ´dossiê´ foi encaminhado por Temer ao Ministério da Integração Nacional, com cobrança de resposta.
Esta semana, chegou à ACCG o retorno do citado ministério.
De acordo com o detalhamento feito, a estimativa é que apenas no mês de abril de 2017 chegarão ao açude de Boqueirão as águas do Rio São Francisco.
Se o céu não for generoso, teremos o trimestre inicial de 2017 aflitivo na cidade de Campina Grande.
 coluna Aparte

Imoral: Depois de 6 anos de governo Ricardo Coutinho culpa Cássio por insegurança


O governador Ricardo Coutinho (PSB) culpou, nesta sexta-feira (26), o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) pelos problemas da segurança pública na Paraíba.

“Se tivessem o dever de casa mínimo, se tivessem sido responsáveis no início da primeira década do século 21, nos anos de 2002, 2003, 2004 e 2005, a Paraíba não estaria nesta situação. Não fizeram nada, empurravam carros aqui porque o carburador entupia, os policias iam para as ruas com apenas duas balas. E Isso não existe mais, a realidade hoje é outra”, afirmou.

Apesar dos problemas, Ricardo voltou a afirmar que a Paraíba vem reduzindo sim os indicadores de criminalidade. “Estamos reduzindo os indicadores de criminalidade, por que os adversários não pegam os dados vem debater comigo”, desafiou.

Ricardo disse também que o problema da segurança não é apenas da Paraíba, e sim nacional.
“O fenômeno da violência não é da Paraíba, é do Brasil. É preciso que a sociedade e o Estado se unam para combater. O Governo Federal precisa de políticas públicas que articule os estados. Temos que ter um ministério específico para a segurança pública”, declarou.





MaisPB




Confira a agenda dos candidatos a prefeito de Campina Grande para esta sexta-feira



Os candidatos ao cargo de prefeito de Campina Grande promovem uma série de atividades nesta sexta-feira (26) visando conquistar o eleitorado da cidade. Além de gravar para o guia eleitoral, eles seguem participando de reuniões e visitas aos comerciantes e empresários. Confira:

Arthur Bolinha (PPS) – Às 08h30 – Reunião com lideranças de bairros; às 10h30 – Pit stop no Centro da cidade; às 14h00 – Visita a empresas para reunião com funcionários: às 16h23 – Caminhada no distrito de São José da Mata; às 19h00 – Reunião com lideranças, seguido por gravação para o Guia Eleitoral, às 20h30.

Adriano Galdino (PSB) – Às 8h, visita fábricas de sapato do bairro do José Pinheiro; às 15h40 – Caminhada no conjunto Ronaldo Cunha Lima; à noite realiza visita aos bairros de Campina Grande.

Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) – Pela manhã promove reunião na Associação dos Comerciantes do Antigo Terminal Rodoviário; às 9h15 – Visita ao distrito Catolé de Zé Ferreira (concentração na rua José Paulino da Rocha com Av. Antonio Mariz); às 13h30 – Visita à AMA – Associação Amigos do Autista, na rua José do Ó, 169, bairro do Alto Branco; às 15h15 – Caminhada no bairro do Catolé (concentração na rua Elpídio de Almeida com Leocárdio Gomes Silva); às 19h30 tem reunião com lideranças.

David Lobão (PSOL) – não enviou agenda.

Romero Rodrigues (PSDB) – A partir das 10h45 – lançamento do site oficial da campanha; às 16h – ação 45 no bairro da Liberdade (concentração em frente à quadra da Liberdade, na Rua Espírito Santo), ruas do percurso: Pernambuco, Edésio Silva, Alagoas, Sergipe Bahia, São Paulo, Pernamabuco, Martins Júnior e Rio de Janeiro; às 19h30 – Lançamento da candidatura à reeleição do vereador Marinaldo Cardoso, na sede da Associação dos Funcionários da Emprapa, ao lado do prédio da estatal, na Bela Vista; às 20h30 – reunião com lideranças, no Clube da Bolsa.

Walter Brito Neto (PEN) – não enviou agenda.





Renan coloca credibilidade do STF em xeque: “Eu consegui desfazer o indiciamento de Gleisi”


O Presidente do Senado terá que se explicar ao povo brasileiro


Renan disse para Gleisi:“Há exatos 30 dias eu consegui desfazer seu indiciamento e de seu marido Paulo Bernardo no Supremo Tribunal Federal”

Mas como assim Renan?

Conseguiu desfazer algo perante os ministros do Supremo?

Mas como assim senhores ministro do Supremo?

Quer dizer que a Suprema Corte Brasileira está sofrendo influência direta de caciques da política?

É isso mesmo que você leu acima! Renan disse que “Gleisi Hoffmann lhe pediu para que retirasse o indiciamento dela e do marido Paulo Bernardo no STF”. (minuto 1:10 do vídeo)

Interlocutores de Renan tentaram explicar a frase dita pelo digníssimo Presidente da Casa:

“Ele quis dizer que Gleisi precisou do Senado para entrar com aquela representação no STF sobre o caso do apartamento e ontem ficou dizendo que a Casa não tinha moral. Foi só isso. Calma, calma…”




Diário do Brasil




Governador impõe a seus deputados aprovação de Projeto de Lei aumentando carga tributária


O governador Ricardo Coutinho impôs a seus deputados a aprovação do seu Projeto de Lei nº 996, estabelecendo a criação de um certo FEEF (Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal), em que o Estado se apropria de 10% de ICMS das empresas que eventualmente tenham benefícios fiscais. O protesto da oposição não foi suficiente para arrefecer a fúria tributária do governador.
Os recursos deste Fundo serão geridos diretamente pelo secretário de Planejamento e Finanças, de acordo com um ato de regulamentação de sua excelência o governador RC. De acordo com o PL, os recursos serão retirados dos contribuintes e aplicados de acordo com o interesse do governador. É como dar um cheque em branco para o governador aplicar os recursos como achar conveniente.
Por seus termos, o Fundo criado com R$ 15 milhões será mais um peso para as empresas, num momento de crise porque passa o País e, especialmente, a Paraíba. Trata-se, obviamente, de mais uma forma do Governo fazer caixa, com o sacrifício das empresas. Na semana passada, quando o PL foi posto em votação, os deputados de oposição quebraram o quórum para evitar sua votação.
DPL 17ago2016 lei de equilibrio fiscal


Helder Moura



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